Histórias de uma vida não vivida (16)

| sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

*Como se o vento tivesse levado embora uma certeza que eu tinha. Ele, que pouco influencia a vida das pessoas, influenciou a minha diretamente. Só pode ter sido o vento. A certeza de que aquela ideia era apenas uma grande bobagem foi embora. Agora há a dúvida, com grande possibilidade de ser real o que hoje penso. Uma certeza sumiu. Uma dúvida emergiu. Isso deveria encaminhar um final feliz. Mas não adiantou dizer, provar que a minha dúvida era sincera. O fim, de alguma coisa, chegou. Fim? Sozinho, triste, à espera de um outro vento que me traga conforto, sabedoria e as boas lembranças que jamais serão apagadas, porém infelizmente no momento estão sem muito sentido. A mágoa não existe e, à partir da dúvida e daquilo que todos dizem para eu deixar como algo que nunca existiu, quem sabe um dia recomeçarei, mas não sozinho, a escrever essa história.



*eu sempre escrevo um parágrafo introdutório e depois o texto nessas histórias. Mas esse parágrafo já diz tudo. O que eu achei que iria escrever não ficaria tão bom quanto isso. E ficou bom, pelo menos eu achei. Diz muito do que sinto hoje. Do que penso hoje. Só não deixo claro qual a certeza de outrora que hoje é dúvida, quase certeza contrária à inicial. E ninguém precisa saber. Até porque, quem precisava saber, não achou que fosse importante, que fizesse sentido, ou achou uma grande bobagem. Mas não é bobagem. É verdade.

A cada dia um recomeço(7) - Quando você percebe que aprendeu por um ano em uma noite

| quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Incrível como as mais diferentes coisas possíveis de aprendizado aparecem volta e meia nas nossas vidas. Incrível mesmo. Eu não buscava aprender e definir nada ontem. Era só uma conversa. Apenas mais uma discussão. Apenas palavras. Com raiva, mágoa, enfim, palavras. Mas aprendi tanta coisa nessa conversa raivosa e magoada, sobre o passado, que você não faz ideia.

E a grande prova de que aprendi é que provei, para mim mesmo antes de qualquer coisa, que eu não guardo mágoas. Que eu não fico remoendo tristezas passadas, dores passadas. Que eu não fico colocando as cabeçadas que dei na parede(literalmente) como coisas a serem cobradas algum dia. Algum dia como ontem à noite.

Eu só não sabia que era tão fácil.

Um dia um amigo escreveu uma pergunta e eu resolvi respondê-la. Era algo como 'por que a escuridão é sempre mais fácil de ser vista do que a luz?'. Eu respondi. E hoje a minha resposta, cujas exatas palavras a minha mente de maluco não deixa lembrar, faz muito mais sentido.

Eu sei, pois apesar de tudo também sou humano, que é muito mais fácil ver a escuridão. Ver os erros. As lágrimas. A dor. Relembrar tudo isso ao invés de priorizar e dar valor real aos bons momentos, aos sorrisos, abraços, tudo aquilo que foi bonito mesmo. Eu sei que a escuridão é a primeira coisa a surgir na mente. Eu sei.

Só que também sei que é mais cômodo ficar pensando no preto do que no branco. No escuro do que no claro. Na dor do que na alegria. É mais cômodo porque isso te dá o direito de reclamar, da vida, de Deus, do mundo, das outras pessoas. Da outra pessoa.

Eu me livrei disso. Definitivamente ontem, livrei-me disso. De mágoas, de dor, das lembranças ruins, das lágrimas, do vazio, da agonia. Livrei-me de todas essas lembranças porque isso não me afeta mais. Porque nenhum sentimento ruim é despertado quando lembro disso. Porque tudo o que me fez bem vem antes. Porque o que me fez bem é o que realmente importa. É esse o passado que eu preciso, e quero, lembrar.

Não posso fazer com que alguém se livre disso. Com que alguém passe a dar valor ao pingo de luz no meio da escuridão, mesmo que ele seja só um pingo. Pingo de luz que só os corajosos, aqueles que sentem sinceramente, conseguem reunir forças para ver, para sentir, para transformar toda a escuridão em luz à partir daquele mísero pingo.

Eu sei que é possível. Porque eu recomecei, mais uma vez, uma parte da minha história. Alguém que já não guardava mágoas consegue sorrir espontaneamente, mesmo em meio às mágoas, às dores, às lembranças de um passado que deve ficar apenas no passado.

Porque, se as más lembranças continuarem sendo prioridade, as boas lembranças devem ser esquecidas, de vez.

Se não há vontade em mudança, em crescimento, em percepção de que nada, nem ninguém, é perfeito, não há motivo para lembrar das coisas boas, daquilo que realmente foi vida.

Sinto-me melhor. Livre de mágoas, de uma vez por todas. Embora o sorriso não seja completo, a minha parte eu fiz, definitivamente. Por amor. E rezo para que as mágoas relacionadas a mim também sejam esquecidas, para que não exista a necessidade de apagar tudo o que de bom aconteceu.

Eu ainda vou enfrentar problemas, vou sofrer, vou chorar demais para ficar relembrando dores, lágrimas, mágoas passadas.

Saída sem despedida. Uma nova vida. Muita coisa ficou conosco.

| terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
A tempestade e o sol - Catedral 


Um dia esse nosso sofrimento de hoje será de outros. Quando partirmos, alguém sofrerá como hoje sofremos por quem já deixou o convívio com um buraco que não pode ser tapado. Só que não importa como será com alguém, algum dia. Importa é que hoje sofremos pela perda de um amigo, um companheiro, de futebol, de convivência, de conversas, de planos, de sonhos.

Alguém que merece os mais sinceros e belos elogios. Alguém que fazia muito mas não espalhava pelo mundo todos os seus feitos. Humildade sem hesitação. Um exemplo, de fidelidade, dedicação e doação. Um amigo.

Felizmente as lembranças das nossas histórias, e daquilo que vivemos, jamais serão apagados. Pois tudo o que é vivido com intensidade e sincero sentimento torna-se eterno, apenas pelo fato de fazer parte de um tempo que, até segunda ordem de Deus, será infinito.

Lembranças que, vivas dentro de nós, nos dão força para continuar, coragem para lutar e capacidade de sonhar com dias melhores, na luta por objetivos que talvez nem sejam mais nossos. A vida é uma grande luta e só aqueles que a vivem sem importar-se com o dia da sua despedida dela é que conseguem ser vencedores.

Você não esperava ir tão cedo. Entretanto é certo que fez todo o possível, e conseguiu concretizar grande parte dessas possibilidades, para que esse presente que Deus lhe deu fosse mais do que bem aproveitado.

Você viveu. Você fez parte da nossa vida. E do nosso viver.

Amor de amigo, de irmão. Saudade de quem sente não ter aproveitado mais a sua presença, as suas risadas, a sua conversa, o seu talento.

Que a tua alma, do mais alto céu, possa nos guiar para que um dia possamos nos reencontrar, assim que cumprirmos aquilo para o qual fomos designados aqui.

E quando tivermos alcançado o mesmo patamar de viver que você alcançou, poderemos então aproveitar a eternidade que o seguimento do caminho de Deus aqui nos proporcionará no dia em que começarmos esse novo caminho, essa nova vida.

Também por você, não iremos desistir. A luta continuará, mesmo que sem motivos racionais ou práticos, mesmo que não haja uma real possibilidade de vitória. Lutaremos por sonhos, causas improváveis e impossíveis, assim como você também fazia.

Inimaginável para olhos, ouvidos, boca e mente. Mas possível para quem tem fé.

Deus está contigo, Maiquel Donin Sponchiado.

Histórias do Bandiolo - Não se pode ter tudo, ou ser tudo

| segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Um dia a Lua, em uma típica crise de existência, resolve fazer algumas perguntas para Deus.

- Ei, Senhor do universo, por que eu não posso brilhar tanto quanto o Sol, e assim iluminar tudo e todos a todo momento, transformando todas as horas do dia em momentos de luz, claridade?

E Deus, na sua indiscutível e infinita sabedoria, respondeu à Lua:

- Eu quis que fosse assim, que os dias tivessem manhãs e tardes regidas pelo Sol, e as noites e madrugadas regidas por você. Simples.

- Mas Deus, não me conformo.

- Veja bem. Se os dias fossem todos claros, os homens não teriam um momento propício para dormir, e acabariam com suas vidas mais cedo, pela falta de descanso.

- Não quero saber dos homens. - respondeu a já inconformada Lua.

- Está bem. Eu sabia que as minhas respostas não seriam suficientes. Mas está nos homens a principal razão de você não transformar as noites em dia.

- Eu já disse que...

- Me deixe terminar, acalme-se. Se você iluminasse tanto quanto o Sol, os homens acreditariam ser possível sim, alcançar a totalidade de produtividade, e esqueceriam-se de suas vidas. Também sem noites, os homens sofreriam muito mais até aprender que após cada noite, cada madrugada, cada escuridão, sempre há um Sol que nasce para iluminar seus caminhos. Desconhecendo a escuridão, eles ficariam cada vez mais cegos, achando que tudo pode ser luz, claridade, calor, quando você sabe que não é verdade. Por isso você existe Lua, e por isso rege a noite, a escuridão.

- Mas Deus, eu não poderia iluminar um pouco mais? Eu bem que poderia...

- Contente-se com o seu brilho, a sua luz, eles são fundamentais para a existência física e emocional dos homens. E deixe de ser boba, Lua, você recebe muito mais elogios do que o Sol. Porque você 'está linda', 'o seu luar é lindo', 'essa Lua está fantástica', 'esse luar é muito romântico, enfim, você sabe do que estou falando.

- Mas o Sol nasce e se põe, e ganha elogios também.

- Entretanto, o verdadeiro calor humano só é sentido à noite, quando não há mais calor do Sol para atrapalhar essa percepção. Abraços ternos, cheios de amor, são muito mais sentidos quando há a percepção do calor da outra pessoa. E ainda por cima, você, mesmo que menos do que o Sol, guia muitas pessoas durante a noite, iluminando seus caminhos para que cheguem aos seus destinos mais tranquilamente. Você faz os homens pensar, pois é durante a madrugada que eles podem ter uma paz que de dia não conseguem, e é você que os ilumina, mesmo que sem grande intensidade, nesses momentos.

- Deus!

- Diga...

- Por que os homens pensam que sou feita de queijo?

*eu sei que alguém certamente vai rir. 
Não tem problema, mas não é para ser engraçado

São típicas palavras de mau humor

| sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Quem já voou sabe como é. Em avião, helicóptero ou sei lá o que mais. Quem já voou sabe como são as nuvens. Você passa por elas e nada delas fica em você. São como poeira levantada, com a diferença que duram muito mais tempo no céu do que a poeira dura voando próxima à terra. Por que então as nuvens são tidas como objetos de utopias subjetivas? Se elas são tanto quanto nada, só que longe do nosso humano alcance, não deveriam ser tão exaltadas, como se fossem importantes além da questão física da chuva.

Sonhos, objetivos e ideias, no sentido figurado, nas nuvens. No alto céu. Onde ninguém faz a menor ideia de como chegar, onde está ou mesmo por que fazer isso. Viajar sem destino para cima, para que? Morrer sem oxigênio? Subjetivamente, que morrêssemos todos no céu, longe de toda a podridão da terra. Mas faz alguma diferença? A morte é uma só, seja ela subjetiva ou simplesmente real.

Que diferença faz ir até as nuvens então?

Morramos todos aqui, pertinho da terra. Pelo menos ao cairmos no chão, não espalharemos pedaços de nós para todos os lados. Se é que sobram pedaços após quedas gigantescas em terra firme. O céu é só uma promessa, que só é cumprida após a morte.

Entretanto, isso sim depende de você.

O que me faz escrever?

| quinta-feira, 28 de janeiro de 2010


Deixando de lado as maiores coisas a induzirem reflexões, que são o amor e a vida em si, hoje, uma semana depois da última coisa que escrevi aqui, tentei pensar no que já foi escrito, por mim(óbvio) e o que havia por trás além da vontade de escrever, da espontaneidade e da sinceridade, presentes em todos os textos.

Eu já escrevi desabafos. E como. Quem leu mais do que 5 textos aqui leu pelo menos um desabafo, certamente. Cheios de mágoa, tristeza, decepção, raiva, ou alguma coisa semelhante para a qual ainda não inventaram adjetivo ou advérbio correspondente. Desabafos, deprimentes ou engraçados, fundamentados para todos ou apenas para mim. Não importa, foram necessários.

Já escrevi coisas que acabariam sendo indiretas. Acabariam porque, no fim, as pessoas que 'deveriam' ler não leram, e não lêem, e não lerão. Coisas passadas que motivaram histórias ou aquele complexo emaranhado de frases soltas que quem lê tenta, mas não consegue entender.

Entendimento. Escrevi textos com um certo ar de arrogância, querendo que ninguém entendesse. Por mais que os comentários sejam poucos, há sempre uma busca de um seleto grupo de pessoas que enche-me de orgulho com frequentes visitas, que tentam entender. E não é culpa deles a não concretização desse entendimento. Alguns poucos foram intencionalmente complicados durante a escrita para que a generalização, errada, fosse tida como certa. Entenderam? Não, acho que não.

Já escrevi por estar feliz. O reencontro do Billi J. com a Renata foi num desses dias. Mesmo sem motivos para estar feliz, mesmo ainda incompleto, reflexivo, triste e coisas a mais, feliz por sentir algo grande, sincero, espontâneo e, sim, puro, em mim. Sentimento, ou até sentimentos, definidor de escolhas, sejam certas ou erradas.

Escrevi para agradecer. A Deus, aos amigos, à família. À vida em si, por me proporcionar tanta coisa, aprendizados, momentos de pura e simples existência e alguns de vivência intensa. Não há muito o que dizer aqui.

Escrevi. Escrevo. Escreverei. É ridículo usar o mesmo verbo em três tempos, mas nunca importei-me em ser, ou parecer, ridículo. Escrevo porque gosto, porque preciso, porque quero, porque é uma forma de aliviar alguma coisa ou mesmo de buscar respostas longínquas em palavras que, no fim, estão dentro de... mim. Não queria que rimasse.

Bom, os comentários estão aí, se alguém quiser dizer o que o faz escrever... bom. Já entenderam, pelo menos isso.

Histórias de uma vida não vivida(15)

| quinta-feira, 21 de janeiro de 2010



Cansei de tanto aprendizado, de tanta reflexão, de tanto pensamento. Cansei de ouvir as pessoas dizendo o que devo fazer. Cansei de ouvir de mim o que devo fazer. Cansado, exausto, quase inválido. Como as verdades que já não são mais verdades e as mentiras que são cada vez mais mentiras. Sem sossego, descanso ou uma assimilação de fato. Cansado da teoria, do raciocínio, da leitura e da escrita. Do nada. Daquele maldito nada em que vivo uma parte da minha vida.*

Dizem que a vida é feita de escolhas. Nunca pensei nada a respeito dessa frase. Acho que escolhas são feitas todos os dias, todos os momentos, mas não acho que a vida seja feita de escolhas. Talvez também, mas não necessariamente à partir delas, apenas. Estranho? Muito, mas eu insisto que nunca pensei bastante nisso, nessa frase, nesse sentido todo que essas palavras que as pessoas tanto gostam de dizer possam ter.

Pensando bem, se eu fosse pensar bastante em tudo o que dizem por aí, não teria tempo para pensar nas coisas que eu digo ou posso dizer. São tantas frases que nem sei qual outro exemplo citar. Não vou entrar na questão qualidade, oportunidade ou mesmo intenção das frases ditas, mas que são muitas ditas não há como negar.

Entendendo que não pensava e não ouvia muito, resolvi aceitar e seguir tudo o que me diziam. Loucura, eu sei.

Começando de manhã quando, respondendo à pergunta de meu pai, deixei escapar que estava triste por causa de uma guria. Ele então me disse "mulher é que nem esse café que estou tomando, se esfriar, perde o gosto". Isso foi profundo demais, mas enfim, resolvi 'beber' o café antes que esfriasse. Mas acho que não entendi direito já que os resultados foram três dentes quebrados, os braços cheios de arranhões e um olho roxo.

Ao voltar para casa, disse à mãe que estava com problemas na escola, com dificuldades de aprendizagem. Ela então foi sábia e disse-me: "Quanto mais você estuda, mais você aprende". Fiquei 12 horas seguidas estudando. Todas as matérias, artigos, livros, enfim, tudo o que poderia me dar conhecimento, principalmente o conteúdo da prova da manhã seguinte. O resultado também não foi muito bom, já que tive enxaqueca, meus olhos arderam muito e não pude fazer a prova do dia seguinte já que demorei para acordar, pois fui dormir tarde demais por estar estudando, e cheguei atrasado.

Fui reclamar com o diretor da escola, que me disse: "A pontualidade é a chave do sucesso". Então, por dias, fui pontual em tudo. Acordava 5 minutos antes para ser pontual na fila do banheiro, comia antes para chegar antes na parada de ônibus para chegar antes na escola e nunca mais perder uma prova. Só que também não deu certo, já que cheguei tão antes na parada de ônibus que peguei o ônibus errado e fui parar no bairro mais violento da cidade, sendo lá assaltado e agredido verbal e fisicamente.

Na delegacia onde denunciei os agressores, o delegado me disse "Amoldar-se à dor é vencê-la". Essa foi a frase mais complexa para mim, mas decidi aceitá-la como regra de vida. Preciso dizer que não deu certo? Primeiro, amoldar é algo como adaptar, eu acho. Então aceitei toda e qualquer dor como algo normal e passei a ser um vencedor? Não. Fui despedido da empresa onde estagiava pois o meu chefe me disse que eu não era ambicioso o suficiente, já que aceitava as derrotas, que não deixavam de ser dores sentidas pela minha mente, como algo normal.

Desesperado, fui ao psicólogo. Ele me disse apenas que 'a imaginação é mais importante que o conhecimento'. Só que aquele idiota esqueceu de me avisar que eu não posso imaginar respostas nas provas de matemática, física e biologia. Os professores ainda ridicularizaram minhas respostas e fiquei conhecido com o maior idiota da história da escola. Imaginação... aquele psicólogo idiota.

Li então no jornal que 'depois de algum tempo você aprende que o sol queima se ficarmos expostos nele por muito tempo'. E não é que deu certo dessa vez? Fiquei das 10 da manhã às 3 da tarde na praia e fiquei quase preto de tão queimado, parecia que eu tinha sido jogado numa frigideira e esqueceram de me tirar depois de lá.

À partir do momento que uma frase de outra pessoa fez sentido para mim, completei minha missão.

Bom, qual era a minha missão?

*só esse parágrafo realmente faz sentido com relação à minha vida

Frase do dia(ou da série 'frases apenas subjetivamente significativas)

| segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Não importa se a casquinha do sorvete é de baunilha ou de chocolate.
O que importa é que você tenha onde colocar o sorvete.



*não quero que pensem que sou um monstro, que odeio o ser humano nas suas mais diversas formas ou que odeio e acho desnecessários e estúpidos os comentários que recebo. Não. Não acho isso, não quero que pensem que sou um monstro que apenas posso parecer ser. O texto abaixo foi um desabafo motivado por motivos que nada a ver tinham com ele. Gosto de demonstrações voluntariosas de ajuda, mesmo que a única consequência seja um sorriso. Não há muito sentido em muitas coisas que escrevo. Mesmo assim, obrigado a todos por tentarem entender o que muitas vezes não há possibilidade de entender, tamanhas confusão, indefinição e subjetividade.